quinta-feira, 27 de março de 2014

1- INTRODUÇÃO.



                      1- INTRODUÇÃO.
                            
         Este trabalho tenta resgatar alguns fatos referentes a categoria dos técnicos industriais, que por vezes, tem sido negligenciados pela história cursiva ao longo de sua existência. A contribuição destes indivíduos ao país  com o crescimento e desenvolvimento tecnológico tem sido significante, apesar da curta história da educação. Têm  sido explorados, expropriados, discriminados, em suma, derrotados em muitas batalhas, no sendo possível contar sua própria história.

         Porém, participantes de uma revolução, onde so os protagonistas que tem norteados conquistas passadas e presentes, definiro diretrizes para o futuro como responsáveis pela práxis, oriunda de uma formação propedêutica especializada, respondendo a expectativas, e atingindo à excelência e eficácia.

         A retecnia compreende ao processo de apropriação e aplicação prática, de todo aquele conhecimento, obtido de forma empírica, útil à base da pirâmide social do conhecimento (conhecidos no passado por obreiros, artesãos), "práticos do saber", indispensável na sobrevivência cultural, expropriada das bases e apropriada pelo sistema dominante.



         Muito mais há em uma história a se resgatar, feitos a se reconhecer, educação a se restaurar, do que a uma reengenharia recorrer. E neste sentido, a retecnia se faz necessária, a formação propedêutica indispensável a todas as áreas do saber e práxis social.  

         O presente trabalho pretende fazer uma reflexão sobre o perfil que deve ser dado na formação dos profissionais que atuaro  no mercado de trabalho no século XXI, partindo de um resgate histórico de como  técnicos industriais vem ocupando seu espaço no processo gerador de riquezas do país.

         No segundo capítulo, mostro que a partir de um determinismo histórico, produto do desenvolvimento de uma sociedade urbano-industrial, formatador do saber ocidental, houve uma reprodução dos processos ocorridos na Europa, via industrialização e institucionalização da formação profissional implantado no Brasil.

         No terceiro capítulo, há uma reflexão onde procuro discutir quais as matrizes teóricas que determinaram a forma característica da modernidade impingida aos processos produtivos, de forma profissional, positiva.


         Após a fundamentação histórica sobre a característica do saber que possibilitou uma reflexão teórica, finalmente procuro respostas em uma enquete quantitativa que definam as estratégias mais adequadas para dar continuidade a um processo iniciado por profissionais hábeis em fazer. De natureza social excluída, sem propriedades, mas freqüentemente utilizados como intelectuais orgânicos, são estes profissionais que têm a capacidade elaborar e articular projetos, com um conhecimento propedêutico, minimizando as imensas diferenças das classes sociais, empíricas das teóricas, caracterizada pela exploração .

sábado, 9 de março de 2013

Formandos de 1945

Em 1945 formaram-se as Primeiras Turmas de Técnicos, Eletrotécnica, Máquinas e Motores e Estradas da Escola Técnica Parobé.  No local onde hoje esta localizado o Museu do Motor, são as antigas instalações do Instituto Politécnico, que estudou meu pai Hugo Karnas.



  O "P" na porta principal, refere-se a Politécnico, omitido, pois é equivocado com o nome do Engenheiro Parobé, que deu nome a nova Escola .   




O Jornal Correio do Povo em  21 de dezembro de 1945, noticiou o evento de formatura da 1ª Turma de Técnicos da Escola Técnica Parobé.


Meu Pai (ja´falecido), cursou Engenharia (Civil/Elétrica/Mecânica) após, nas mesmas instalações que fez o Curso Técnico. Com o grupo da engenharia fez visita técnica e esse registro na Usina do Passo do Inferno, Sistema Salto, da CEEE.
 

Hoje 31 de março de 2014 visitei o Sr Antonio Bastos que formou-se no grupo de 1945, e reside em São Leopoldo. Conversamos sobre outros colegas que também na CEEE trabalharam, seu trabalho publicado de Proteção dos Sistemas de Potência, a Bíblia de Proteção, a  preciosidade dos relés eletromecânicos, e a polêmica da passagem de 50Hz para 60Hz no Brasil.


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Jornal O Técnico de 1944

O Jornal O TÉCNICO, nº1 foi publicado pelo Grêmio Estudantil da Escola Técnica Parobé em 1944, e conta o início da formação profissional no Brasil. É anexo, do meu Trabalho sobre a história da educação no Rio Grande do Sul, com referência ao Positivismo (Augusto Comte) e a corrente Liberal republicana. 

Informações complementares sobre ensino http://www.dezenovevinte.net/ensino_artistico/rc_ebatecnico.htm#_edn1